31 de agosto de 2011

Doro no álbum de Sister Sin

Doro participou de um single da banda sueca Sister Sin que será lançado dia 13 de setembro. A música é um cover de "Rock N Roll" do Motorhead.


Doro: Canal Oficial no Youtube!

O canal oficial da Doro no youtube voltou a ativa!
Que tal dar uma passada lá e ver os raros clips dos anos 90?


Doro nos EUA

Felicíssima por ter novamente um álbum seu lançado nos Estados Unidos, Doro tem dado recentemente várias entrevistas no país, entrevistas que em breve você verá aqui!

Vejamos os próximos compromissos de Doro nos EUA:
No dia 3 de setembro haverá um meet and greet com os fãs em Fairless Hills, onde Doro cantará algumas canções de forma acústica.
O DVD 25 Years In Rock será lançado dia 13 de setembro. Antes, haverá uma Premiére, Doro e banda tocarão ao vivo trechos do setlist do DVD, alguns artistas que participaram do show de 25 anos de carreira, confirmaram presença! Isso está programado pra ocorrer em New York no Gramercy Theatre, dia 9 de setembro e dia 11 de setembro no Reggie Rock Club em Chicago. Talvez no dia 13 de setembro Doro faça algum evento em L.A., mas isto ainda está para ser confirmado.

Aos presentes nesses eventos, Doro dará os flyers originais do show de 25 anos de carreira. Flyer esse que, quem participou da carta de fãs que recebemos da Doro, já ganhou como recordação!

Se você estiver nos EUA não deixe de ir nos eventos, Doro só voltará ao país em algum tempo, pois ela está preparando um novo cd e estará bastante ocupada.


23 de agosto de 2011

Doro na Spiele Magazin

Spiele Magazin, fev/março/abril 2011



Doro na Mover Magazine

Mover Magazine, agosto 2006




21 de julho de 2011

Entrevista com a Doro no site Whiplash

Doro cedeu uma entrevista exclusiva logo após seu show em São Paulo ao site Whiplash. Segue abaixo a entrevista feita por Fernanda Lira:

Apos vários anos sem aparecer pelo Brasil, um dos grandes icones da voz feminina no metal deu novamente as caras no pais. Logo após seu show, concedeu uma entrevista exclusiva ao Whiplash, onde esbanjou simpatia e solicitude, alem de incrivel humildade - chegou a interromper a entrevista para autografar itens de colecionador de alguns fãs. Durante nosso papo, essa musa do metal comentou o início de sua carreira, sua inspiração para compor dentre outros assuntos. Confira abaixo a curta, porem descontraída entrevista com essa mulher que demonstrou que nao precisa se vangloriar de ser uma das primeiras mulheres no gênero, mas sim, muita paixão pelo que faz.

Você teve duas outras bandas antes do Warlock, numa época onde não havia muitas mulheres na cena, especialmente no Heavy Metal, que estava nascendo. Como você decidiu integrar uma banda do estilo naquele tempo?
Doro Pesch:
Pra falar a verdade, desde que eu tinha três anos de idade, eu já sabia que eu seria uma cantora. Eu entrei em contato com a música muito cedo na minha vida, quando eu ainda era muito, muito jovem. É claro que cresci ouvindo a outros tipos de música, pois quando eu era pequena nem existia o heavy metal ainda, mas havia algumas bandas de rock bem loucas, como Jimi Hendrix, etc. Então, quando eu tinha cerca de quinze anos eu fiquei muito doente, e por muito tempo - cheguei a ficar no hospital por um ano sem saber se eu iria sobreviver ou não, porque eu estava muito mal. Foi então que fiz uma promessa a mim mesma de que se eu conseguisse passar por aquela fase com vida eu faria algo para valorizá-la, algo que eu amasse.

Após algum tempo eu finalmente saí da clínica e duas semanas depois já estava em uma banda de metal. Foi natural para mim decidir fazer música pesada, intensa e agressiva, porque todo aquele tempo de sofrimento foi muito duro para mim. Quando você está tão próximo da morte, a história é outra. Os meus amigos, que eu achava que eram meus maiores companheiros, sequer apareceram por lá, então aquela fase se tornou um pesadelo pra mim. Por isso decidi que quando eu tivesse minha primeira banda, eu cantaria com o meu coração: colocaria pra fora tudo o que estava dentro dele, da forma mais agressiva, rápida e forte que eu pudesse.

A minha primeira banda, Snakebite, era legal, mas acabou não dando muito certo, então formei uma outra, chamada “Beast”, depois outra chamada “Attack”. Nós todos costumávamos ensaiar em um mesmo lugar... Era um complexo, parecido com uma fábrica enorme e as bandas se reuniam lá. É claro que hoje na minha cidade devem ter mais de 40 bandas de metal, mas naquela época eram poucas e acabávamos conhecendo gente nova com os mesmos interesses. Foi então que eu conheci o Rudy (Graf, guitarrista do Warlock) e começamos a conversar e ele acabou me perguntando se eu estava com alguma banda, e nessa época eu estava num outro projeto, chamado Stormwind. Quando comentei isso com Rudy, a cara dele ficou toda triste de repente e eu perguntei o que havia acontecido. Ele então me disse que estava pronto pra me chamar pra participar de algo junto a ele, pois ele gostava de mim como vocalista. Como eu também me sentia bem com ele, acabei decidindo por sair do Stormwind e começar uma nova banda, que seria o Warlock.

Nós tivemos várias mudanças de formação no começo, não tínhamos uma gravadora e nem um contrato, mas pelo menos tínhamos um logo muito legal para a banda (risos) Tudo bem ficar sem uma gravadora, mas o logo tinha que ser legal (risos). Bom, e então começamos a trabalhar nas músicas do nosso primeiro álbum, tratamos de conseguir integrantes que pudessem nos acompanhar nas gravações e em possíveis shows...

E foi assim que tudo começou! Isso foi bem no começo dos anos oitenta e bem no início do heavy metal. Não havia revistas, então você só ouvia falar das bandas. É claro que sabíamos do Judas Priest, do Iron Maiden, do Motorhead, mas para conhecer outras bandas era mais difícil. Era tudo muito novo. Eu lembro que às vezes apareciam uns garotos no nosso ensaio e eles ficavam olhando e perguntavam: “vocês são uma banda de metal?” e quando respondíamos que sim, eles ficavam impressionados (risos). E desde o começo o metal pra mim foi uma forma de liberdade para eu cantar sobre qualquer coisa que quisesse.

Antes dos anos oitenta, já existiam bandas com mulheres no rock n roll, como as garotas do Girlschool, mas você foi uma das precursoras no estilo metal. Como foi o impacto disso no público que te via ao vivo com a banda pela primeira vez e quão diferente esse público era em relação ao de hoje em dia?
Doro Pesch: Eu realmente acredito que a música ultrapassa todas as barreiras: não importa de onde você venha, ou se é homem ou mulher, contanto que seu coração bata pelo metal. Eu devo dizer que eu nunca me preocupei em ser uma menina no meio dos headbangers, mas sim em ser só mais uma headbanger. Nunca usei o fato de eu ser uma garota como marketing, porque para mim tudo sempre foi de coração. E também nunca tive uma preocupação em ser aceita, porque cantar era algo que eu queria naturalmente. Eu queria cantar, eu queria fazer música, e não acho que usar isso de ‘ser uma garota’ para sobreviver como banda era meu foco. Meu foco era sobreviver como banda com as minhas músicas, com os shows, com os discos, o que é sempre difícil. Cada passo que você dá é difícil e ser uma mulher nunca facilitou nada. Eu sempre me senti como um dos caras (risos). Tanto que às vezes ouço isso de ser uma das primeiras mulheres no metal, mas pra mim não faz diferença, porque é algo natural. Se eu tivesse nascido homem, teria feito metal da mesma forma, então... (risos).

Falando agora sobre Warlock e sua carreira solo, que na verdade é uma extensão da sua antiga banda, porque vocês encontraram problemas judiciais para manter o nome da mesma. Quando ouço ambas, sinto diferenças em termos de composição e sonoridade. Como você analisaria essas diferenças? Claro, caso você ache que há alguma diferença! (risos).
Doro:
Eu acho que o espectro ficou maior agora. Na minha carreira solo eu posso experimentar novos elementos, incluir diferentes influências musicais, como em “Love me in Black”...

Nossa, eu quase chorei quando você tocou essa música ao vivo no show! (risos)
Doro:
Ah, que demais! Mas então, músicas como ela, acabaram surgindo naturalmente, e isso acontece quando você já faz algo há tanto tempo, como compor. A diferença é que antes, no Warlock, as músicas eram totalmente metal, rápidas e cheias de riffs. Eu ainda amo esse metal puro e tradicional, mas agora, na carreira solo, abro espaço pra outros tipos de composição.

Quanto às letras, o que eu posso notar é que você parece ter facilidade em compô-las e adapta-las às instrumentais que acompanharão cada uma delas. Por exemplo, em músicas mais rápidas, como Hellbound, a letra acaba sendo mais agressiva, enquanto em sons como Love me in Black, que você acabou de citar, as letras são mais suaves, o que mostra uma grande versatilidade e habilidade em escrever. Quais as inspirações na hora de compor uma letra?
Doro:
Cada música surge de uma maneira diferente, em momentos diferentes. Às vezes eu estou pronta pra dormir, pensando na cama, e do nada surge uma idéia na minha cabeça, e então imediatamente eu já tento adicionar elementos que a caracterizem do mesmo jeito que ela estava na minha cabeça, da mesma forma que eu a imaginei, é uma coisa muito natural. Eu simplesmente não consigo voltar a dormir enquanto não termino o que comecei (risos). É muito legal quando isso acontece e as pessoas conseguem reconhecer esse cuidado e a paixão que temos na hora de compor. Uma das músicas mais intensas que já compus se chama Ich Liebe, em alemão,que em inglês significa “I love”. Eu me lembro que uma vez eu estava em frente ao túmulo do meu pai, quem eu amava muito, e era seu aniversário. Eu e minha mãe sempre fazíamos isso e nos certificávamos de levar pra ele as flores mais bonitas que pudéssemos encontrar, como se fosse uma pequena cerimônia em homenagem a ele. E desta vez, estávamos no meio do momento quando tive a idéia para essa música. Fui obrigada a dizer para minha mãe “termine isso aí sozinha porque eu preciso sentar e escrever! Eu estou com uma idéia maravilhosa na cabeça e preciso terminá-la antes que eu me esqueça!” (risos). Então eu voltei pra casa e escrevi a letra imediatamente e posso te garantir que ela foi escrita debaixo de umas mil lágrimas. Eu não conseguia controlar, eu parecia um daqueles desenhos, com tanta água saindo do meu olho! (risos). Esse tipo de coisa acontece quase como mágica, e geralmente expressam o que você sente lá dentro, no coração, na alma. Eu gosto de mesclar músicas agressivas com as mais sentimentais, afinal é assim que todo mundo se sente.

Você já excursionou e fez várias participações em shows com outros grandes nomes na cena, como Motorhead, Scorpions e muito mais. Qual você considera o mais importante e marcante na sua carreira?
Doro:
Hum... Difícil!

Ok, vamos fazer um top 3 então, para facilitar as coisas!
Doro:
Ah, bem melhor assim! (risos). Para mim, o mais importante de todos foi sem dúvida, Ronnie James Dio. Ele sempre foi uma inspiração pra mim como músico e como pessoa, e ter a chance de trabalhar com ele foi algo único. Já tocamos com ele no passado, mas há dois anos tocamos com o Heaven and Hell, e foi incrível. Lá no início mesmo, quando tocamos com ele, foi maravilhoso, porque éramos uma banda não muito conhecida e do nada estávamos tocando em estádios, para muitas pessoas, como banda de abertura. Outra pessoa importante pra mim foi o Lemmy. Além de ser uma ótima pessoa, nós tocamos juntos na época do Calling The Wild, e assim que meu pai morreu, ele foi uma das pessoas que mais me apoiou e me deu forca para seguir em frente. Ele é realmente um grande amigo. Mas não posso descartar todos os outros, pois todos foram importantes de certa forma, cada um à sua maneira.

Para finalizar, você tinha idéia da quantidade de fãs que você tinha por aqui? Tinha idéia do quê esperar?
Doro:
É claro que temos uma idéia de que as pessoas por aqui são diferentes, mais apaixonados. E chegando aqui, só pude confirmar isso: muita gente no show e agitando muito durante todas as músicas. As pessoas aqui no Brasil realmente sabem o que é o verdadeiro espírito do metal.

Bem, só podemos esperar que você volte logo!
Doro:
Eu sempre tentei e continuarei tentando fazer com que eu venha aqui com mais freqüência, afinal “EU AMO BRASIL!” (a vocalista falou essa ultima frase em português).

Doro ao Vivo no Hellfest

Você pode assistir ao show completo da Doro no Hellfest do dia 28 de junho no youtube.
Divirta-se!!

Doro no Dio Disciples

Vídeos da Doro na Tournê Dio Disciples!








21 de junho de 2011

Doro no Live Entertainment Award

Linda e simpática como sempre no Live Entertainment Award.

 


Posteres da Turnê Latino Americana 2011

Além dos shows realizados no Brasil em abril, Doro também fez shows na Colômbia, México e Argentina.
Vamos ver como foram os posteres desses shows?

México e Argentina: 


Colômbia:


Poster da Turnê Européia

Foi divulgado o poster da turnê européia de 2011.


Doro também será a convidada especial da Tournê Dio Disciples, que acontecerá nas seguintes datas:
29/06/2011 - Milão, Italia
01/07/2011 - Bilbao, Espanha
02/07/2011 - Madri, Espanha
03/07/2011 - Barcelona, Espanha

4 de junho de 2011

Warrior Soul em Vinil

O cd Warrior Soul será relançado em vinil picture disc no dia 24/06/2011


3 de junho de 2011

Parabéns à Rainha do Metal

Nossos parabéns à Rainha do Metal, Doro Pesch, que comemora hoje 47 anos de idade. 
Os fãs brasileiros desejam tudo de melhor para essa mulher especial. Que continue caminhando com os anjos, seja ainda mais iluminada e que nos emocione ainda mais com sua voz e seu talento.



1 de junho de 2011

Doro na Lambertz Monday Night Schoko Party

Doro na festa anual Lambertz Monday Night Schoko Party. É uma festa que reúne celebridades, desfile de moda e chocolate (é realizada próximo à Páscoa). 
Doro encontrou seu amigo Klaus Meine por lá.

 

Doro na Roadie Crew #149

A edição da revista Roadie Crew nº 149,  trás um review do show da Doro.
É, a Rainha do Metal novamente teve direito à apenas meia página em uma revista brasileira. Nada de matéria especial sobre sua carreira, nem sobre a primeira tour só dela no Brasil, nem de seu dvd de quase 6 horas de duração. Uma pena. 
Enquanto isso a revista Rock Brigade trás uma matéria com tudo sobre a carreira solo e shows de Tarja no Brasil. Nessas horas, pensamos, porque uma merece e outra não?

27 de maio de 2011

Doro no Musikautoren Preis

Doro foi jurada na premiação Musikautoren Preis, em Berlin. O evento premia os melhores autores musicais da Alemanha.

DORO: Novidades sobre o próximo Álbum

Doro está atualmente escrevendo seu novo álbum, por enquanto apenas uma música está totalmente terminada, se chama "Hero" é um tributo a Ronnie James Dio. Doro fará várias versões desta canção, como uma versão acústica e também uma versão com uma orquestra sinfônica. 
Outras músicas estão sendo escritas, mas nada de concreto ainda. 

"Já temos músicas novas... Acho que o próximo disco sai no início do ano que vem. Acabamos e lançar o DVD “25 Years In Rock And Still Going Strong” e temos o ano todo para ir preparando o novo disco, em meio às turnês. Temos muitas idéias e eu já estou bem animada com elas. Devemos entrar em estúdio este ano..."

16 de maio de 2011

DORO: Ela é carioca (Entrevista para o Rock em Geral)

Entrevista da Doro para o site Rock em Geral.

Aproveitando o primeiro show de uma mini turnê pelo Brasil, Doro Pesch se diverte em programas turísticos no Rio e conta tudo sobre os três shows no País.

Foto: Jean Secca.
Entrevista publicada dia 21/04.


A música de Vinícius de Moraes não poderia ter sido inspirada numa garota alemã, mas Doro Pesch já encarnou o jeito carioca de ser. Sabendo que a mini turnê de três shows pelo Brasil começaria hoje, no Rio, a Rainha do Metal foi esperta e chegou mais cedo para dar um rolé pela cidade. Tomou sol na Praia de Copacabana, foi ao Cristo Redentor e circulou pela Lapa. Tudo como turista “incidental”, claro.

Doro, revelada na banda Warlock, no início dos anos 80, traz ao Brasil a turnê de seu último álbum “Fear No Evil”, de 2009, misturada com os shows que resultaram na gravação do DVD “25 Years in Rock and Still Going Strong”, recém lançado e repleto de participações especiais. A cantora, pioneira entre os machões malvados do metal, promete atender aos pedidos dos fãs por esta ou aquela música. Isso caso o repertório, repleto de clássicos, já não satisfaça o público que comparecer hoje – vejam só – na Ilha dos Pescadores, na Barra da Tijuca. Sábado é a vez de São Luis, e, domingo, São Paulo.

Além de entregar o que sua banda vai tocar nos shows, nessa entrevista exclusiva, feita por telefone, a animadíssima Doro Pesch fala das músicas de “Fear No Evil”, de suas referências no mundo do metal, de quem pode sucedê-la no posto de “Metal Queen”, e de toda a sua entrega ao universo do heavy metal. Família? Só se for “numa outra vida”, diz a cantora, que se considera praticamente uma “garota carioca”. Por essa o poetinha não esperava.

Rock em Geral: E aí, tudo bem? Curtindo o Rio?
Doro Pesch: Essa cidade é incrível. Em 2006 eu não passei do aeroporto (tocou no Live n Louder Festival em São Paulo), de modo que essa é a minha primeira vez, estou muito animada, fui ao Corcovado ontem e adorei. Daquela vez não tive tempo de conhecer a cidade, mas agora é o céu, estou amando! Sou praticamente uma garota carioca!

REG: E sobre o show, o que você espera para hoje à noite?
Doro: Estou animadíssima, até já encontrei alguns fãs no hotel, todo mundo parece bastante empolgado. Eu quero tocar todos os sucessos de todos os álbuns, fazer o show que costumamos fazer. Eu realmente sinto que será um grande show para uma plateia apaixonada. Vamos tocar “All We Are”, “Burning the Witches” e “True as Steel”. E também “Night of the Warlock”, que é do ultimo disco, vamos tocar o hino do Wacken (“Wacken Hymne (We Are The Metalheads)”), que é um grande hino do metal e também uma música de  Ronnie James Dio chamada “Egypt (The Chains Are On)”. Eu era uma grande fã dele e gravei essa música para um disco tributo. No bis os fãs vão poder gritar o nome das músicas que eles querem ouvir.

REG: É mais ou menos o repertório que vocês tocam na turnê…
Doro: Bem parecido, colocamos sempre os sucessos, algumas do disco mais recente e músicas de todos os discos. Temos um set list básico, mas podemos improvisar para atender ao público. Gosto de mudar o set list quando sinto que é o momento, cada show é um show, eles nunca são iguais. O show chega perto de duas horas…

REG: Qual é a banda que está com você para essa tour no Brasil?
Doro: O meu baixista é Nick Douglas, que está na banda há 21 anos. Tem o Johnny Dee, na bateria, que entrou em 1993. Tem o Bas Mas, guitarrista, que eu encontrei aqui na America do Sul em 2006. Ele era do After Forever, mas a banda acabou e desde 2009 ele está comigo. E o Luca Princiota, que faz guitarra base e teclado. É quase o line up que gravou o último disco.

REG: Você é uma pioneira no mundo do metal, mas hoje há muitas mulheres cantando no meio. Como você percebe essa mudança?
Doro: Eu acho que é ótimo porque temos grandes talentos, mulheres lindas que cantam muito. Para mim foi uma coisa normal, eu adoro música, amo o metal, isso é tudo para mim, e o fato de ser mulher não me atrapalhou. É sempre difícil sobreviver como músico, sendo homem ou mulher. Você sempre tem que lutar pela sua música, seja numa banda de rock ou de metal, nunca é fácil. Mas é sempre recompensador ver o apoio dos fãs, eles foram maravilhosos desde o começo. Gosto disso mais que tudo no mundo, é minha vida, minha inspiração, minha motivação.

REG: Quais foram suas principais referências no início da careira?
Doro: Eu fui muito influenciada por caras como Ronnie James Dio, que era muito legal. O espírito dele, a música dele, isso vai ficar pra sempre. Eu cresci ouvindo muito David Coverdale (Whitesnake) e Biff Byford, do Saxon. Hoje em dia gosto muito do Rammstein, uma banda alemã diferente de tudo. Gosto muito de bandas novas, mas ainda ouço as antigas, sou fã da new wave of british heavy metal, que influenciou todo mundo que veio depois.

REG: Sobre as cantoras mais novas, quais você acha que, um dia podem ocupar o lugar de “Metal Queen”?
Doro: Das cantoras que eu gosto posso citar, por exemplo, a Angela Gossow, do Arch Enemy, do Epica a Simone Simons, ela é ótima cantora, e Tarja Turunen, é claro, a ex- vocalista do Nightwish, que canta muito bem e é destaque na cena.

REG: No disco mais recente, “Fear No Evil”, você reuniu várias cantoras para gravar a faixa “Celebrate”. Como isso funcionou?
Doro: A idéia partiu do produtor do disco, de colocar uma faixa com convidados fazendo uma espécie de dueto, com vozes femininas de um lado e masculinas de outro. Achei a sugestão ótima, e decidi chamar os amigos que faço nas turnês, como as garotas do Girlschool, nos conhecemos há muito tempo, dede os anos 80. Chamamos a Floor (Janssen, do After Forever), a Angela (Gossow, do Arch Enemy)… Queria juntar todos os gêneros, do death metal ao gothic metal, e acho que ficou muito legal. Acabou ficando quase só voz feminina mesmo.

REG: A Tarja canta nesse disco, mas em outra música. Por quê?
Doro: Essa música na qual ela canta, “Walking With The Angels”, foi uma das primeiras que fizemos e pensamos em alguém com uma voz angelical, uma voz feminina para cantar. Só podia se alguém como a Tarja! E a coisa do “Celebrate” aconteceu bem depois. Já é tão difícil conseguir a participação das pessoas, com suas agendas apertadas, então não quis chamá-la para uma segunda vez.

REG: Essa música parece ter sido feita mesmo para ela cantar…
Doro: Definitivamente! Ela tem uma voz poderosa e a combinação da voz dela com a minha ficou muito boa.

REG: A faixa que abre o disco, “The Night Of The Warlock”, é uma espécie de tributo à banda que te revelou?
Doro: É, sim, foi feita por conta da comemoração do aniversário de 25 anos e eu queria fazer uma música porrada para tocar nos shows. Demorei quase um ano para finalizar essa música, mas ficou muito legal. Foi uma das primeiras que fechamos para este álbum.

REG: Já pensou numa turnê de reunião com o Warlock? Não só um show isolado, mas uma turnê?
Doro: Uma turnê é muito difícil, porque os caras estão fora da música, têm trabalhos convencionais e famílias. Eu também tenho a minha banda, não quero largar a minha história. Um show ou outro dá pra fazer, mas uma turnê é um pouco mais difícil. Eu nunca digo nunca, mas nesse caso acho difícil.

REG: Como foi gravar a música “Herzblut”, que no disco saiu em alemão, em português?
Doro: Gravei em português, espanhol e francês. Em português ficou “Eu Dou-te o Meu Coração” (fala com forte sotaque) e eu adorei. Gosto de fazer algo difícil, com muita vontade e paixão. Ficou muito bom, fui treinada por uma cantora brasileira que adaptou a letra e me ensinou a cantar. Gostei bastante, no final das contas, foi para mostrar o quanto gosto dos fãs brasileiros, que são muitos. Pena que esse EP (“Herzblut”) seja difícil de achar, saiu numa edição limitada.

REG: O “Fear No Evil” é de 2009, tem a intenção de lançar um novo disco em breve?
Doro: Já temos músicas novas, mas não prontas para tocar ao vivo. Acho que o próximo disco sai no início do ano que vem. Acabamos e lançar o DVD “25 Years In Rock And Still Going Strong”, e temos o ano todo para ir preparando o novo disco, em meio às turnês. Temos muitas idéias e eu já estou bem animada com elas. Devemos entrar em estúdio este ano, mas o trabalho só fica pronto no ano que vem.

REG: Você é uma pessoa muito integrada no meio do metal, mas, de outro lado, tem uma vida pessoal, digamos, normal, com casamento, família e filhos?
Doro: Nada disso, minha vida pessoal é a música o tempo todo. Sou totalmente dedicada a musica e aos fãs, é a coisa mais importante na minha vida. Eu nunca comecei uma família, firmei essa posição de me dedicar totalmente à música e aos fãs, é com o que eu realmente me preocupo, o que me faz feliz. Talvez numa outra vida eu faça uma família, mas nesta tudo vai bem assim. Adoro os fãs e a cena metal, em qualquer lugar que vou encontro uma grande família de fãs do metal. Sou muito orgulhosa e feliz de ter uma vida pessoa assim, um pouco diferente, mas estou 100% satisfeita.


13 de maio de 2011

DORO e o Street Team Brasileiro

Como alguns de vocês já devem saber, esse blog é mantido pelo Street Team brasileiro. Nosso Street Team é oficialmente reconhecido pela DORO desde 2007.

Somos os fãs responsáveis pela divulgação do trabalho da Doro no país.

Durante sua mais recente passagem pelo Brasil, elaboramos uma carta de fãs, que foi divulgada aqui e no orkut. Em torno de 35 fãs participaram enviando suas mensagens e contando como Doro mudou ou influenciou suas vidas. Poucas mensagens, mas histórias emocionantes e com muito amor à Rainha do Metal. Os participantes ganharam como agradecimento, flyers alemães do show de 25 anos de carreira (do recente DVD) e uma linda foto autografada pela Doro.
No dia do show de São Paulo (24/04), tivemos acesso ao camarim e lá pudemos conversar com a banda e entregar o presente à Rainha do Metal, que adorou, ficou muito feliz e emocionada com o carinho dos fãs!

Doro com a carta dos fãs!



Em 2005, nossa paixão pela Doro nos uniu através da comunidade  do orkut "Deusa do Metal". E em 2006, quando a banda veio pela primeira vez ao Brasil para o festival Live n Louder em São Paulo, a Presidenta do Fã Clube e a Vice-Presidenta, fizeram uma faixa em alemão para divulgar o amor, reconhecimento e agradecimento à banda.
Na ocasião, havia 11 fãs presentes, Doro e banda conversaram com todos, autografaram material e tiraram fotos.


Vocês podem saber mais sobre a primeira passagem da Doro pelo Brasil nessas postagens:
Doro no Brasil - Parte 1 - Numa das imagens é possível ver a faixa presenteada erguida no palco.
Doro no Brasil - Parte 2 - Mensagem que Doro escreveu aos fãs brasileiros
Doro no Brasil - Parte 3 - Entrevista com Doro

Em breve contaremos mais sobre o Street Team!

11 de maio de 2011

DORO: Entrevista para o Road to Metal


Você pode e deve ler a entrevista de Doro ao Road to Metal clicando aqui.



Nesta entrevista, Doro fala sobre a expectativa de reencontrar os fãs brasileiros, curiosidades do início da carreira, a emoção ao falar do seu grande inspirador e amigo Dio e a música que está escrevendo para ele, sua nova empreitada no cinema, o amor pela música e fãs, repetindo seguidamente que estará no palco até o último dia da sua vida, e muito mais...


Road: Você se lembra quando e quem influenciou você a decidir ser cantora? Você teve alguma influência dos pais ou um membro da família?
Doro: Eu tinha 3 anos e me lembro de me apaixonar por música nesta idade e tudo que eu fazia era estar cantando ou ouvindo música. Meu pai dirigia um caminhão e nós estávamos sempre a ouvir rádio, e eu ficava cantando, às vezes 10 horas por dia, enquanto ele estava dirigindo... ele amava a música e também sempre me deu grande apoio, e acho que ele estava feliz e orgulhoso de sua menina também amar a música....


Road: E sua primeira banda, o Snakebite, em quem vocês se inspirararam para iniciar uma banda?
Doro: Sim, Snakebite foi minha primeira banda! Nós começamos em 1980... e nós sequer sabíamos que estávamos fazendo heavy metal... não haviam revistas naquela época, e tudo estava apenas começando, o cena Metal era bem pequena, mas nós estávamos crentes e fortes e nós ensaiávamos dia e noite. E eu soube, então, que eu queria fazer aquilo pelo resto da minha vida, com certeza.


Road: E seu primeiro show? Como você se sentiu durante a sua primeira experiência no palco?
Doro: oooohhh, foi “heavy”!! Meu primeiro show foi em um pequeno, sujo e total hardcore punkclub, e foi uma aventura, para dizer o mínimo... Começamos a tocar e havia talvez 25 headbangers e metalheads lá e cerca de 120 punks... e naquele tempo punks e metalheads não se davam muito bem... então depois de um par de canções, notamos que havia uma revolta total em curso e nós tememos por nossas vidas. Mas nós sobrevivemos. E depois de os punks destruirem todos os nossos amplificadores e guitarras, deixaram-nos tocar algumas músicas mais com nossos equipamentos destruídos!! Nos sentimos ... Cara!! Era muito selvagem e muito legal sobreviver a isso... foi minha primeira experiência e nada mais, jamais poderia me chocar depois disso.


Road: Conte-nos como foi sua entrada para o Warlock e como se sentiu ao assinar o primeiro contrato com uma gravadora e logo depois sair em turnê com bandas como Judas Priest?
Doro: Formamos Warlock em 1982, apenas com alguns amigos músicos da nossa sala de ensaio, em uma antiga fábrica enorme. Havia um monte de bandas e todos se conheciam, então um dia formamos WARLOCK. Mas algumas pessoas deixaram a banda logo depois que entraram e algumas pessoas não apareciam mais para ensaiar, então havia um monte de line ups no início... Então, logo tivemos um fã-clube e um dos caras enviou uma demotape, pouco depois, em algumas semanas, nós tivemos quatro ofertas de várias gravadoras pequenas... decidimos pela que tinha o logo mais legal, foi isso mesmo!! Tomamos a nossa decisão meramente porque o logotipo da gravadora tinha duas gotas de sangue em ambos os lados do M... (Mausoleum) Parecia mais Metal e era isso que era importante...
Mais tarde, mudamos para a Phonogram e nós entramos em contato com nossas bandas favoritas, tocando no lendário Monster of Rock Festival e depois saímos em turnê com o Judas Priest em 1986 e Ronnie James Dio em 1987. Era irreal, os nossos maiores heróis, nossas maiores inspirações. Era um sonho! Toda noite no ônibus eu chorava de felicidade e agradecimento... foi incrível... totalmente incrível!


Road: Na época, ainda era raro encontrar mulheres em Bandas de Metal. Você encontrou muita resistência, ou discriminação no começo?
Doro: Não, em nenhum momento, nenhuma resistência e nenhuma discriminação. Todo mundo sempre foi muito bom para mim e me tratou com respeito e me senti muito apoiada por todas as outras bandas e músicos, e eu sempre, sempre senti uma conexão profunda e sólida com os fãs. Acho que sempre senti que eu amava os fãs e a música, mais que qualquer outra coisa neste mundo, e que eu estou totalmente dedicada e nunca vou desistir. Meu único desejo na vida foi e é fazer os fãs felizes, e eu senti isso desde o início.


Road: Em seu DVD de 25 anos, há uma celebração incluindo várias vocalistas. Como que você vê hoje a participação das mulheres no metal, e se um dia você tiver de passar a coroa de Rainha do Metal, quem seria sua sucessora?
Doro: A participação feminina é fantástica, e há uma série de grandes músicos do sexo feminino lá fora... Eu não sei ainda quem seria a escolhida. Existem tantas tão talentosas. E isso sempre passa pelo gosto pessoal. Mas eu quero fazer isto até o último dia da minha vida e nunca desistir antes... se possível.


Road: No ano passado perdemos Ronnie James Dio. Você teve a chance de dividir o palco com ele. Poderia nos contar uma história ou algum momento memorável de todos aqueles shows que você fez com ele, e, é claro, o que você se sentiu com a morte de Dio? Algo que os fãs dizem, é que você, como Dio, tem um carinho enorme pelos os fãs, e por este respeito e cuidado, vocês são dois dos artistas de Metal mais admirados por nós, os fãs.
Doro: Esse foi o dia mais triste da minha vida, eu amava muito Ronnie James Dio e eu ainda estou tão triste que ele se foi... ele foi a minha principal inspiração como cantor e como ser humano, e sou tão agradecida que tive a oportunidade de viajar com ele e conhecê-lo um pouco... ouvir a sua voz suave, que sempre tinha sempre algo sábio e profundo a dizer, e ele tinha um ótimo senso de humor, ele foi o melhor! Estou apenas no meio de uma canção que estou escrevendo sobre ele e quanto ele significava para mim e para todos nós, o título é “HERO”. Nós dedicamos o DVD novo para ele. Há algumas grandes fotos no encarte, que mostra Ronnie e eu cantando na turnê pelos EUA em 2000, na Flórida. Nós nos demos muito bem naquela grande turnê! Foi tão surpreendente fazer os shows de apoio, e nos encores dos últimos 3 shows ele me deu um microfone para cantar com ele e os fãs LONG LIVE ROCK N ROLL... oh... cara... inesquecível...
Não acredito que nunca mais haverá uma chance de cantarmos juntos novamente, ou falar e rir... Eu sei que tantos fãs estão inconsoláveis ​​e temos que tentar viver seu espírito e contar aos fãs mais jovens sobre ele. Sei que muitos Metalfans mais jovens nunca tiveram a oportunidade de vê-lo vivo, e nós temos que cuidar para que a próxima geração saiba sobre ele e sua enorme voz e música. É tão triste e eu só quero dizer que eu nunca conheci alguém com um coração tão grande, quente e um espírito tão grande e gentil, e ele amava tanto os fãs! Os fãs eram tudo! Estavam em sua vida e eram a coisa mais importante para ele!


Road: Eu gostaria que você falasse um pouco sobre o que aconteceu quando você perdeu os direitos sobre o nome Warlock, e a decisão de usar seu nome para batizar a banda.
Doro: Oh foi um desastre, o manager da época roubou nosso nome e isso foi muito muito difícil. Mas 5 anos atrás eu recebi os direitos sobre o nome de volta. Nos chamamos “DORO” para continuar, para excursionar e gravar, mas foi muito difícil no começo. Eu amava o nome WARLOCK mas não poderia usá-lo mais, mas eu ainda continuo querendo cantar e gravar.


Road: Voltando ao DVD comemorando os 25 anos de carreira e seu mais recente cd de estúdio, "Fear No Evil", você tinha vários convidados especiais, bem como em outros momentos da carreira você teve uma parceria muito especial, como Gene Simmons, Lemmy, etc.. Com muitas amizades dentro do metal, você não pensa em um cd com convidados em todas as faixas? Seria algo muito especial e mais uma grande celebração. Bem, como seu fã , eu acho que seria muito legal.
Doro: Sim, essa é uma idéia fantástica, eu adoraria fazer isso, mas não é fácil conseguir todos no mesmo lugar, ao mesmo tempo, mas é uma grande ideia, talvez ele possa ser feito, deixe estar. Vamos ver, ok.


Road: E com quem você nunca trabalhou, e que você gostaria de ter como convidado em um álbum seu?
Doro: Ronnie James Dio seria o meu sonho.


Road: Conte-nos como foi a experiência do filme "Anuk , The Way of The Warrior”, que também teve Marc Storace, e se você tem planos para investir mais nessa área e recebeu outro convite para atuar? Lembro-me que tinha participado em um programa alemão, "Verbotene Liebe".
Doro: Isso foi realmente algo! Aventura, natureza total e eu adorei fazê-lo.Eu espero que o produtor não queira me matar agora, porque isto ainda continua top secret, mas estamos planejando uma segunda parte de Anuk, e eu vou fazer a guerreira MEHA novamente! Estou tão animada... Vai ser filmado no ano que vem...


Road: Diga-nos as suas impressões em sua primeira viagem ao Brasil, o Festival Live and Louder de 2006, e suas expectativas para os shows agora em abril?
Doro: Eu estava absolutamente espantada com os fãs, e eu senti que foi uma das melhores experiências que já tive. Eu amo os fãs brasileiros, que têm tanta paixão, fogo e energia, e eles sabem o que é o Metal em seus corações e o vivem! Fiquei profundamente tocada por sua gentileza, me deram um enorme feedback, que prometi uma grande volta e prometi dar tudo de mim quando eu voltar. É uma grande honra tocar no Brasil novamente e eu já estou olhando bem para o futuro, já pensando em voltar mais vezes. Eu quero tocar todos os destaques de Burning Witches a True as Steel, All We Are, We Are the Metalheads, The Wackem Anthem, o hino WACKEN e algumas grandes surpresas, algumas músicas novas do FEAR NO EVIL CD e ... e algumas outras "headbangin...."


Road: Você pratica boxe, não é? Inclusive fez a música "She's Like Thunder" para sua amiga, a lutadora Regina Halmich. Que esportes você segue ou pratica? Falando de boxe, uma jovem revelação brasileira, Daisa Munhoz, cantora do Soulspell, também pratica boxe e achou muito legal saber que você também curte o esporte.
Doro: Oh sim, eu amo o boxe, desde que eu vi Mohammed Ali! Eu fiz um pouco de thaiboxing, mas como estamos direto em turnê, não tenho praticado muito... mas sim, eu amo o boxe e por favor, diga um “oi ” para DAISA Munhoz, do Soulspell, por mim!


Road: Duas grandes bandas anunciaram suas despedidas, Judas Priest e Scorpions. Como admiradora do trabalho deles e também como amiga, como você se sente sobre isso? Você já falou que vai continuar até seu último dia de vida, mas algum dia já pensou em parar também, de fazer turnês ou gravar?
Doro: Oh cara... isso é triste. Eu adoro as duas bandas e eu não posso acreditar. Nós somos grandes amigos e tenho tantas grandes recordações! Eu aprendi muito com eles também, e eu tenho muito respeito por eles, ambos são excelentes e espero que isso não seja o fim. Espero que eles mudem de idéia. É muito difícil deixar algo que é tão grande se ir... mas para responder à segunda parte da pergunta... Eu nunca quero parar, nunca mais quero parar de fazer turnês, nunca mais quero parar de gravar, e enquanto os fãs quiserem que eu faça isso, vou fazê-lo e tentar sempre fazer os fãs 100% felizes enquanto eu viver.


Road: Doro, muuito obrigado pela sua atenção, serão grandes celebrações no Brasil neste mês de abril, nós, brasileiros amamos você! Espero que depois dessa turnê, se sigam muitas outras mesmo!!
Doro: Eu vejo vocês em breve pessoal. Eu amo vocês mais que tudo neste mundo e eu mal posso esperar para vê-los, é uma honra... Stay Hard, Stay Metal, Stay True as Steel !!FÜR IMMER, de todo meu coração profundo amor e respeito!

Por: Carlos "Caco" Garcia para Road to Metal.
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